Para o órgão, perspectivas macroeconômicas do país estão submetidas a «ambiciosas reformas estruturais de caráter econômico e fiscal».
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que neste ano o Brasil sairá da recessão ao crescer 0,2%, e que em 2018, a economia do país terá um desempenho ainda melhor, com elevação de 1,7%, ante previsão de 1,5% em janeiro.
No relatório «Perspectivas Econômicas Globais» divulgado nesta terça-feira, o FMI aponta que a melhora da situação do Brasil é fruto de «uma menor incerteza política, a distensão da política monetária e o avanço do programa de reforma».
Mas o FMI também advertiu que, no final de 2016, «o investimento e o PIB ainda não tinham chegado ao ponto mais baixo» e que em alguns dos estados do país» a crise fiscal continua se aprofundando».

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Além disso, o FMI constatou que «a inflação continua surpreendendo por seu baixo nível, o que aumenta as perspectivas de aceleração da expansão monetária».
«Prevê-se que o crescimento se recupere gradualmente e se mantenha moderado. Com este pano de fundo, as perspectivas macroeconômicas do Brasil estão submetidas à implementação de ambiciosas reformas estruturais de caráter econômico e fiscal», acrescenta o relatório.
O FMI recomendou «reformas que abordem as obrigações de gastos insustentáveis, entre outras no sistema de previdência social» e a adoção de «medidas que consigam uma redução do déficit fiscal no início do período».
Neste ano, o FMI prevê para o Brasil uma inflação de 4,4%, e para 2018, de 4,3%. Já o índice de desemprego, segundo as estimativas do órgão, subirá para 12,1% em 2017 e cairá para 11,6% em 2018.
Fonte: G 1

Agropeguaria PANTANAL
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