O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpre hoje em Campo Grande três mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão na Operação «Reagente», que mira corrupção e fraudes em licitações de produtos para exames laboratoriais no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. Foram presos o gerente do laboratório do HR, Adriano César Agusto Ramires, e o empresário Luiz Antônio Moreira. Embora não fosse alvo de mandado de prisão, também foi detido o médico Justiniano Barbosa Vavas, presidente do hospital, por posse irregular de arma de fogo, quando os policiais faziam busca em sua casa e encontraram uma espingarda calibre 36.

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