Inteligência artificial analisa sua foto e as informações que você já enviou para criar algo relacionado à sua profissão. Desenho também pode ser feito com outras plataformas.
Trend da caricatura no ChatGPT — Foto: Divulgação/OpenAI
As redes sociais foram tomadas nos últimos dias por caricaturas feitas no ChatGPT que mostram usuários e suas profissões.
Para participar da trend, basta enviar sua foto com um comando simples que dá as instruções para o assistente de inteligência artificial.
Este é um comando que foi usado por muitos usuários: «Crie uma caricatura minha no meu ambiente de trabalho, levando em conta tudo o que você sabe sobre mim».
Os desenhos são criados com o ImageGen, gerador de imagens da OpenAI, mas podem ser feitos por outras plataformas.
A partir dele, o ChatGPT analisa sua foto e as informações que você já enviou para ele e tenta criar algo relacionado à sua profissão.
O assistente também pode pedir mais detalhes e perguntar quais elementos você deseja que apareçam ou não na caricatura.
Esta é mais uma trend de desenhos no ChatGPT, que, em 2025, ganhou 1 milhão de usuários em uma hora com a trend do Studio Ghibli, estúdio de animação japonês que criou filmes como «A Viagem de Chihiro» e «Meu Amigo Totoro».
Na ocasião, a trend levantou questões sobre direitos autorais do Studio Ghibli e a apropriação do estilo de artistas pela inteligência artificial.
A própria OpenAI admitiu que o uso da estética de terceiros é um ponto de atenção e disse ter colocado uma barreira para o robô não criar esse tipo de imagem. No entanto, a empresa faz uma exceção em casos como o do Studio Ghibli.
Com a trend, voltou à tona uma antiga declaração de fundador do Studio Ghibli, Hayao Miyazaki, de 84 anos. Em 2016, ele disse ter ficado «totalmente enojado» ao ver a demonstração de um vídeo criado com inteligência artificial.
Miyazaki disse que «nunca desejaria incorporar essa tecnologia» ao seu trabalho. «Sinto fortemente que isso é um insulto à própria vida», afirmou à época.
Por Redação g1











