Na véspera, a moeda americana teve queda de 0,13% e renovou o menor patamar desde novembro, cotada em R$ 5,2798. Já a bolsa brasileira interrompeu uma sequência de ganhos e caiu 0,08%, aos 178.721 pontos.
O Ibovespa opera em alta e caminha para um novo recorde nesta terça-feira (27), tendo alcançado os 183 mil pontos na máxima do dia. Perto das 14h40, o índice subia 2,21%, aos 182.669 pontos. No mesmo horário, o dólar recuava 1,14%, a R$ 5,2195 — mesmo patamar de maio de 2024.
▶️ No Brasil, o principal destaque da agenda é a prévia da inflação de janeiro, divulgado nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mostrou alta de 0,20%, levemente abaixo das projeções.
▶️ O dado de inflação foi divulgado em meio às expectativas pelas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, previstas para amanhã, na chamada Superquarta. A previsão do mercado é que tanto o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, quanto o Federal Reserve (banco central americano) anunciem a manutenção de suas respectivas taxas de juros.
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▶️ Investidores também monitoram com cautela as sinalizações do presidente Donald Trump sobre o novo nome escolhido para liderar o Fed. Há temores de que o indicado sofra pressão política para cortar juros mais rápido, o que poderia enfraquecer a independência do banco central.
▶️ Nos EUA também voltou ao radar o risco de paralisação do governo americano (shutdown), devido ao impasse no Congresso sobre o Orçamento e a área de segurança.
- As preocupações voltaram a pesar nos mercados após Trump mudar de postura em relação ao estado de Minnesota, onde uma onda de protestos ganhou tração após a morte de um homem pela Patrulha das Fronteiras — o que reacendeu debates sobre a atuação do departamento de segurança interna dos EUA.
▶️ Ainda no cenário internacional, a União Europeia (UE) e a Índia fecharam um grande acordo comercial após 20 anos de negociações, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, com um mercado de cerca de 2 bilhões de pessoas.
Por Redação g1 — São Paulo











