Paraguai comemora saída do país da rota internacional de lavagem de dinheiro
Fachada do Banco Central Paraguaio (Reprodução: LaNacion)
Ernésto Velázquez, presidente do BCP (Banco Central Paraguaio), afirmou em entrevista à rádio local 780 AM que a percepção de que no país «ações ilícitas são cometidas em larga escala» existe, e que «não se pode tapar o sol com o dedo». Segundo o presidente do BCP, essa idéia de Paraguai tem mudado lentamente, e o país vem sendo mais respeitado aos poucos frente ao cenário internacional.
Mossack Fonseca lista 107 empresas ligadas a políticos citados na Lava-Jato
Panamá
MPE quer condenação de Olarte e ex-assessor por corrupção e lavagem de dinheiro
Velázquez ressaltou que falta ao país ter «leis e políticas públicas para combater esse flagelo». A lavagem de dinheiro no vizinho de fronteira é altamente ligada ao tráfico de drogas, dois estigmas negativos que os economistas públicos lutam para combater.
O banqueiro geral paraguaio também falou sobre o vazamento dos Panama Papers. Para Velázquez, é importante que se conheçam dados sobre as contas das «offshores», pois «em muitos casos dessas empresas, sem generalizar, existe lavagem de dinheiro ou outros delitos econômicos». Esses vazamentos ajudariam a reduzir preconceitos contra o país.
Paraguai comemora saída do país da rota internacional de lavagem de dinheiro










