Santa Catarina tem mais de 130 casos de febre amarela em macacos e 8 em humanos

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina confirmou a morte de um macaco em decorrência do vírus da febre amarela em Pedras Grandes, no Sul. A coleta da amostra do bugio, para a realização do exame, ocorreu no dia 24 de novembro, mas a informação foi divulgada na sexta-feira (10).

Com isso, o Estado soma 625 casos notificados em 2021. Do total, 137 foram confirmados com febre amarela. Em relação aos casos humanos, houve o registro de oito casos da doença, com três óbitos. Nenhum dos moradores tinha o registro de vacina contra a doença, informou a Dive.

Os macacos não transmitem a febre amarela. Eles vivem no mesmo ambiente que os mosquitos transmissores da doença (Haemagogus e Sabethes) e, por isso, são as primeiras vitimas do vírus (veja abaixo informações como se prevenir).

Prevenção

Todos os moradores de Santa Catarina com mais de nove meses devem ser imunizados. A cobertura preconizada pelo Ministério da Saúde é de pelo menos 95% desse público-alvo seja imunizado. Até o mês de outubro de 2021, a cobertura vacinal em Santa Catarina era de 79,57%.

Sintomas

Os sintomas da doença são, segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado (Dive-SC):

  • início súbito de febre;
  • calafrios;
  • dor de cabeça intensa;
  • dores nas costas e no corpo;
  • náuseas e vômito;
  • fraqueza e cansaço;
  • dor abdominal;
  • pele amarelada.

*Com informações G1